Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Doutor Wendell Uguetto fez residência em Cirurgia Geral no Hospital das Clínicas da USP e foi aprovado em primeiro lugar na residência de Cirurgia Plástica no mesmo Hospital.
Outubro Rosa alerta para o Câncer de Mama, inclusive em homens
Publicado em: 06/10/2017 | Última Atualização em 06/10/2017
O mês de outubro já ficou marcado no calendário brasileiro por ser um período de maior conscientização acerca dos meios de prevenir e combater o câncer de mama. A doença corresponde a aproximadamente 25% dos casos de câncer diagnosticados em mulheres. O que poucas pessoas sabem, no entanto, é que os homens também podem sofrer com a condição.
Por conta do fato de a glândula mamária masculina ser atrofiada, com baixa produção de hormônios femininos, a proporção é baixa: a cada 100 mulheres que desenvolvem o problema, há apenas 1 caso masculino. No entanto, é preciso estar atento, pois esse tipo de câncer pode levar a óbito.
Além disso, um importante agravante é que, como os casos são raros, os homens não costumam dar muita atenção às suas mamas. Dessa forma, os casos de câncer de mama masculino são geralmente diagnosticados nos estágios 2 e 3, mais avançados e mais perigosos.
Causas
Mesmo no sexo masculino, a doença está associada a um aumento de hormônios femininos no corpo, fator que também pode causar a ginecomastia – um aumento não cancerígeno nas glândulas mamárias masculinas. O estrógeno e a progesterona podem ter sua produção aumentada em homens que vivenciam um aumento na gordura abdominal ou que utilizam determinados medicamentos, como os que tratam o câncer de próstata e a depressão.
Há dois fatores de risco importantes: a idade e a hereditariedade. A doença atinge indivíduos mais velhos, a partir dos 60 anos de idade. Há também uma predisposição genética maior em homens que tenham casos de câncer de mama registrados em seu histórico familiar.
Sintomas
Assim como nos casos de câncer de mama em mulheres, os homens também podem ter sinais, como secreção nos mamilos e nódulos nas mamas e na região abaixo das axilas. Como a glândula mamária masculina é menor, fica mais fácil perceber qualquer alteração.
Tratamentos
Ao menor sinal de que há algo de diferente nas mamas, é preciso consultar um mastologista. Ao contrário do que pensa o senso comum, esse profissional não trata apenas mulheres, e os homens precisam deixar esse preconceito de lado.
Ainda que os tumores sejam semelhantes, cada organismo é único e reage de forma diferente. Por isso, há diversas opções de tratamento, e o médico deverá indicar qual é a mais indicada. Os tratamentos possíveis são: radioterapia, quimioterapia, mastectomia (cirurgia de remoção da mama) ou terapia com bloqueadores hormonais.
Prevenção
Estar atento aos aspectos gerais das mamas, analisando possíveis alterações, é o melhor meio de prevenir o problema. Detectando qualquer sinal diferenciado, não perca tempo e procure ajuda médica o quanto antes. Quanto mais cedo o problema for diagnosticado, melhores serão as chances de cura.

O Dr. Wendell Uguetto, especialista em ginecomastia é médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), com residência em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica no Hospital das Clínicas da USP. Atualmente, atende em consultórios localizados no bairro Ibirapuera e no Hospital Israelita Albert Einstein, ambos em São Paulo.
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Este artigo tem finalidade exclusivamente informativa e não substitui uma consulta médica. As informações apresentadas refletem a experiência clínica do Dr. Wendell Uguetto e seguem diretrizes amplamente reconhecidas na prática da cirurgia plástica.
Cada caso de ginecomastia deve ser avaliado individualmente por um profissional qualificado, considerando exames físicos, histórico do paciente e exames complementares.
Para um diagnóstico preciso e indicação do melhor tratamento — seja clínico, cirúrgico ou combinando abordagens — agende uma consulta com o Dr. Wendell Uguetto, cirurgião plástico especialista em ginecomastia.







