Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Doutor Wendell Uguetto fez residência em Cirurgia Geral no Hospital das Clínicas da USP e foi aprovado em primeiro lugar na residência de Cirurgia Plástica no mesmo Hospital.
6 mitos sobre ginecomastia
Publicado em: 01/12/2017 | Última Atualização em 17/10/2024
O aumento nas mamas masculinas, condição chamada ginecomastia, é um problema bastante desagradável. Apesar de ser relativamente comum, já que estimativas sugerem que metade dos homens desenvolve o problema em alguma fase da vida, a ginecomastia desperta muitas dúvidas quanto às suas causas, consequências e possibilidades de tratamento. Não raro, circulam pela sociedade informações inverídicas sobre o tema.
Por isso, confira, a seguir, 6 mitos sobre a ginecomastia.
Mito 1: Ginecomastia só afeta quem está acima do peso
Essa informação não está correta, pois a ginecomastia consiste no aumento das glândulas mamárias, fato causado por desequilíbrios hormonais que podem acontecer em qualquer indivíduo em diversas circunstâncias, independentemente de seu peso. O que pode ocorrer nos mais gordinhos, no entanto, é uma condição conhecida como pseudoginecomastia, em que o aumento nas mamas é causado pelo próprio aumento no tecido adiposo da região, e não na glândula mamária.
Mito 2: Apenas adolescentes sofrem com o problema
A chegada à puberdade é marcada por alterações hormonais que fazem com que essa idade seja crítica ao desenvolvimento da ginecomastia. No entanto, não se pode dizer que o problema é exclusivo dessa faixa etária. Por exemplo, por conta da exposição aos hormônios da mãe durante a gestação, recém-nascidos já podem apresentar o problema, mas que regride espontaneamente em alguns dias. Na terceira idade, a queda na produção de testosterona também pode levar ao aparecimento do problema em idosos.
Mito 3: A condição provoca perda de virilidade
Apesar de as alterações hormonais aumentarem as mamas masculinas, podendo inclusive deixá-las com aspecto mais feminino, não há nada associado à condição que indique que o paciente vai perder sua virilidade.
Mito 4: Sempre são afetadas as duas mamas
Estudos apontam que, em 75% dos casos, a ginecomastia é desenvolvida nas duas mamas (ginecomastia bilateral). Embora essa seja a condição mais frequente, ela não é uma regra, pois há casos de ginecomastia unilateral, em que o aumento é registrado em apenas uma das mamas.
Mito 5: A cirurgia sempre é necessária
Quando a condição é persistente, geralmente com duração superior a um ano, sem qualquer tipo de regressão ou resposta a medicamentos, a cirurgia de remoção da glândula mamária é indicada. Isso ocorre especialmente nos graus mais avançados. No entanto, quando as mamas apresentam um aumento mais discreto, tratamentos medicamentosos podem ser recomendados. Há, ainda, casos de regressão espontânea, especialmente quando a condição está associada ao uso de esteroides anabolizantes ou alguma outra substância. Nesses casos, a suspensão do uso do produto leva a uma tendência natural de regressão do quadro.
Mito 6: A ginecomastia é um problema exclusivamente físico
Apesar das causas hormonais e da alteração no volume mamário, engana-se quem pensa que a ginecomastia é um problema apenas físico. As mamas aumentadas, em muitos casos, são motivo de insatisfação com o próprio corpo, perda de autoestima e, até mesmo, tendência ao isolamento, pois o indivíduo perde a vontade de ir à praia ou à piscina, por exemplo. Esse impacto psicológico tende a ser especialmente mais intenso nos adolescentes, que ainda estão desenvolvendo sua autoimagem e tendem a sofrer mais com comentários dos colegas.

O Dr. Wendell Uguetto, especialista em ginecomastia é médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), com residência em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica no Hospital das Clínicas da USP. Atualmente, atende em consultórios localizados no bairro Ibirapuera e no Hospital Israelita Albert Einstein, ambos em São Paulo.
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Este artigo tem finalidade exclusivamente informativa e não substitui uma consulta médica. As informações apresentadas refletem a experiência clínica do Dr. Wendell Uguetto e seguem diretrizes amplamente reconhecidas na prática da cirurgia plástica.
Cada caso de ginecomastia deve ser avaliado individualmente por um profissional qualificado, considerando exames físicos, histórico do paciente e exames complementares.
Para um diagnóstico preciso e indicação do melhor tratamento — seja clínico, cirúrgico ou combinando abordagens — agende uma consulta com o Dr. Wendell Uguetto, cirurgião plástico especialista em ginecomastia.







