Causas da Ginecomastia

Ginecomastia Idiopática

Mais de 60% de todos os casos de Ginecomastia tem causa idiopática. Derivada do grego idios (pessoal, próprio) + patheia (sofrimento), uma causa idiopática significa ter origem desconhecida ou de surgimento espontâneo.

Em seu livro “The Human Body” (O corpo humano), Isaac Asimov escreveu um comentário feito sobre o termo “Idiopático” na 20ª edição do Stedman’s Medical Dictionary: “um termo pretensioso para ocultar ignorância”. Muito provavelmente nas próximas décadas, com o avanço do estudo do genoma humano, muitas das causas de ginecomastia que hoje ainda são desconhecidas, terão suas causas descobertas.

Ela ocorre por conta de um problema de balanço hormonal no homem. Os testículos produzem os principais hormônios masculinos, que são denominados andrógenos (compostos por testosterona, diidrotestosterona e androstenediona) e são responsáveis pelas características masculinas.

Já os hormônios que promovem os caracteres femininos são chamados de estrógenos, sendo os principais o estrógeno e a progesterona. Os testículos também produzem estrógenos no sexo masculino, mas em pequena quantidade.

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Assim, a principal fonte de estrógenos no homem provém da conversão da testosterona e do androstenediol em outros tecidos do organismo, sobretudo no fígado, através de uma enzima chamada aromatase, constituindo provavelmente, até 80% da produção masculina total de estrógenos.

O tecido mamário normal contém receptores para estrógenos e andrógenos. Os estrógenos estimulam a proliferação dos ductos mamários e consequentemente o desenvolvimento das mamas, já os andrógenos inibem este processo. Uma relação aumentada nos níveis de estrógenos em relação aos andrógenos no tecido mamário parece ser responsável pela a maioria dos casos de ginecomastia.

Causas da Ginecomastia

Quais são as causas?

A produção excessiva de estrógenos no homem parece ser uma das principais causas da ginecomastia idiopática, mas outros fatores também importantes são a degradação diminuída dos hormônios femininos pelo organismo ou alterações genéticas nos receptores de andrógenos e estrógenos no tecido mamário.

Estudos científicos recentes descobriram que os receptores das mamas destes pacientes podem ser mais sensíveis à ação de estrógenos que no resto da população e dessa maneira há um maior crescimento nas mamas desses pacientes.

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Causas Fisiológicas

A causa é chamada de fisiológica porque não há um fator causal responsável pela ginecomastia, como por exemplo uma doença ou medicamento, mas sim alterações do próprio organismo e que são normais para cada fase da vida.

Causas Idiopáticas

A grande maioria das ginecomastias não tem uma causa totalmente conhecida, sendo chamada de Idiopática. Ela acontece por conta de alterações em nível molecular que não foram ainda desvendados pela medicina atual.

Causas Patológicas

A ginecomastia é patológica quando há um fator causador conhecido, como doenças sistêmicas de base, tumores, uso de medicamentos específicos ou drogas que provocam um desarranjo hormonal que culminam com o desenvolvimento anormal de mamas nos homens.

Especialista em tratamento de ginecomastia
Sobre o Doutor

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Tratamento de Ginecomastia

CRM-SP: 112.145

Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Doutor Wendell Uguetto fez residência em Cirurgia Geral no Hospital das Clínicas da USP e foi aprovado em primeiro lugar na residência de Cirurgia Plástica no mesmo Hospital.

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Perguntas Frequentes

O aumento do volume na região das mamas pode levar muitos homens a suspeitarem de ginecomastia. No entanto, é fundamental procurar um médico especialista para avaliação adequada, em vez de se basear apenas na auto-observação.

Durante a consulta, o profissional fará uma investigação detalhada com base no histórico do paciente, podendo solicitar exames laboratoriais e de imagem para confirmar o diagnóstico. A ginecomastia pode estar relacionada a alterações hormonais ou a outros fatores que só podem ser identificados por meio de uma avaliação clínica.

Quando confirmado o quadro, o tratamento pode incluir acompanhamento médico com foco no equilíbrio hormonal e, em casos indicados, a possibilidade de um procedimento cirúrgico. Essa intervenção deve ser realizada por profissionais habilitados e pode envolver a retirada do excesso glandular ou de tecido adiposo.

A ginecomastia é uma condição comum e tratável. Buscar orientação médica desde os primeiros sinais é a melhor forma de cuidar da saúde e bem-estar.

Aviso: Este conteúdo é apenas informativo e não substitui uma consulta médica. Todo procedimento deve ser avaliado individualmente por um profissional de saúde qualificado, que poderá orientar sobre os benefícios, riscos e alternativas.

A ginecomastia é um sintoma de uma desordem hormonal no corpo do homem, e pode ser causada por diversos fatores. Os principais sintomas são: puberdade (durante essa fase da vida existe uma grande alteração hormonal no corpo do paciente), uso de remédios (alguns remédios podem alterar a quantidade de hormônios masculinos no corpo do homem), uso de anabolizantes (o excesso de hormônio masculino pode causar efeito contrário no corpo do homem, tendo a produção natural diminuída, assim como esse excesso é transformado em progesterona, hormônio feminino). Há também a causa da obesidade: e não é por causa do excesso de gordura corporal. A obesidade pode gerar problemas hormonais em homens de todas as idades ao redor do mundo. Inclusive, o aumento das mamas masculinas por causa do excesso de gordura não é considerado ginecomastia e sim pseudoginecomastia. Existem outras causas menos comuns como o uso da maconha, alcoolismo (problemas no fígado podem causar problemas hormonais), e chegada da terceira idade. Semelhante com o problema da puberdade, na terceira idade as dosagens hormonais do homem podem sofrer diminuições. A ginecomastia é um sintoma de uma desordem hormonal no corpo do homem, e pode ser causada por diversos fatores. Os principais sintomas são: puberdade (durante essa fase da vida existe uma grande alteração hormonal no corpo do paciente), uso de remédios (alguns remédios podem alterar a quantidade de hormônios masculinos no corpo do homem), uso de anabolizantes (o excesso de hormônio masculino pode causar efeito contrário no corpo do homem, tendo a produção natural diminuída, assim como esse excesso é transformado em progesterona, hormônio feminino). Há também a causa da obesidade: e não é por causa do excesso de gordura corporal. A obesidade pode gerar problemas hormonais em homens de todas as idades ao redor do mundo. Inclusive, o aumento das mamas masculinas por causa do excesso de gordura não é considerado ginecomastia e sim pseudoginecomastia. Existem outras causas menos comuns como o uso da maconha, alcoolismo (problemas no fígado podem causar problemas hormonais), e chegada da terceira idade. Semelhante com o problema da puberdade, na terceira idade as dosagens hormonais do homem podem sofrer diminuições.

A ginecomastia é uma condição caracterizada pelo aumento do volume mamário em homens, geralmente relacionada a alterações hormonais. Essas alterações podem ocorrer em diferentes fases da vida e por diversos motivos.

Durante a puberdade, por exemplo, é comum ocorrerem variações hormonais significativas, que podem influenciar temporariamente o volume mamário. O uso de certos medicamentos, alterações no funcionamento do fígado, e mudanças hormonais associadas à idade também podem estar entre os fatores que contribuem para esse quadro.

Em alguns casos, o uso de substâncias como esteroides anabolizantes, álcool ou outras drogas pode impactar o equilíbrio hormonal do organismo. Além disso, situações como a obesidade podem gerar o que é chamado de pseudoginecomastia, um acúmulo de gordura na região mamária que não envolve glândulas mamárias aumentadas.

Vale lembrar que apenas um médico especialista poderá avaliar corretamente os sintomas e indicar se há necessidade de exames ou tratamento.

Aviso: Este conteúdo tem finalidade exclusivamente informativa e não substitui a avaliação médica individualizada. Em caso de dúvidas, procure orientação de um profissional de saúde qualificado.

A ginecomastia pode se manifestar por meio do aumento perceptível da região mamária em homens, geralmente devido ao crescimento das glândulas mamárias e, em alguns casos, também com acúmulo de tecido adiposo. Esse aumento pode ocorrer de forma bilateral ou apenas em uma das mamas (unilateral).

Em alguns pacientes, pode haver sensibilidade local, dor leve ao toque ou ao deitar-se sobre o peito. A glândula mamária, quando presente, costuma ser palpável atrás da aréola, com consistência firme, elástica e móvel.

A intensidade e a duração dos sintomas variam conforme a causa e o tempo de evolução. Em quadros associados a fatores medicamentosos ou hormonais, a regressão pode ocorrer com a interrupção do agente causador e o tratamento da condição de base. No entanto, quanto maior o tempo de evolução, menores são as chances de regressão espontânea.

A avaliação por um profissional de saúde é fundamental para determinar a melhor abordagem em cada caso.

Aviso: Este conteúdo tem finalidade exclusivamente informativa e não substitui a consulta com um profissional habilitado. O diagnóstico e o tratamento da ginecomastia devem ser individualizados.

A avaliação da ginecomastia é feita por meio de análise clínica individualizada. O profissional de saúde geralmente considera o histórico do paciente, incluindo o uso de medicamentos, consumo de álcool, drogas e a presença de doenças crônicas como alterações hormonais, distúrbios da tireoide, fígado ou rins.

A idade de início dos sintomas e a velocidade de progressão do volume mamário são fatores que ajudam a direcionar a investigação. Em alguns casos, alterações hormonais podem estar envolvidas, e o médico poderá explorar questões como fertilidade, libido, força física e distribuição de pelos corporais.

O exame físico costuma ser realizado com o paciente deitado, avaliando-se as mamas e, se necessário, os testículos, além da medição da área afetada. Exames complementares, como a ultrassonografia das mamas, podem ser solicitados para reforçar os achados da avaliação clínica.

A conduta e a indicação de exames sempre devem ser determinadas por um profissional qualificado, com base nas particularidades de cada caso.

Aviso: Este conteúdo é meramente informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de sintomas ou dúvidas, procure um profissional de saúde.

A abordagem da ginecomastia pode variar de acordo com a causa e a fase da vida em que ela se manifesta. Em adolescentes, por exemplo, a condição costuma ser temporária e, na maioria dos casos, tende a regredir espontaneamente ao longo de alguns anos. Nesses casos, o acompanhamento clínico periódico é geralmente suficiente, especialmente para monitorar a evolução e os níveis hormonais.

Quando a ginecomastia está associada ao uso de medicamentos ou outras substâncias, a suspensão do agente causador pode contribuir para a melhora do quadro. Da mesma forma, o tratamento de condições clínicas subjacentes pode ser considerado como parte da abordagem.

Em situações onde há persistência da ginecomastia após a puberdade, especialmente em graus mais avançados, pode-se discutir com o médico a possibilidade de tratamentos adicionais. Em alguns casos, terapias medicamentosas são utilizadas com o objetivo de ajustar o equilíbrio hormonal. Em outros, o procedimento cirúrgico pode ser uma opção a ser considerada, de acordo com a avaliação profissional e os objetivos do paciente.

A escolha do tratamento mais adequado deve sempre ser feita por um profissional qualificado, considerando o histórico individual e os resultados esperados.

Aviso: Este conteúdo é apenas informativo e não substitui uma avaliação médica. Procure sempre um profissional de saúde habilitado para diagnóstico e tratamento personalizados.

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