Tratamento Cirurgico

Lipoaspiração para Ginecomastia

A lipoaspiração foi criada em 1977 pelo ginecologista francês Yves Gerard Illouz que inventou o procedimento para resolver o problema da namorada – uma atriz famosa cujo nome ele não revela -, que não podia usar decotes nas costas por causa de um lipoma (tumor benigno formado por células gordurosas).

Ela consiste na aspiração do tecido adiposo (gordura) com uma cânula fina e multi-perfurada, conectada a um aspirador à vácuo.

Primeiramente é infiltrada uma solução composta por soro fisiológico, anestésicos e adrenalina – para diminuir o sangramento. As cânulas são introduzidas através da pele por pequenos orifícios e chegam ao tecido adiposo (camada que vem logo após a pele), de onde aspiram a gordura localizada.

Benefícios da Lipoaspiração

Atualmente a lipoaspiração a laser tem se tornado mais popular. O laser promove a destruição das células de gordura e estudos demonstram haver maior retração de pele quando comparada a lipoaspiração convencional.

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Lipoaspiração para Ginecomastia

Em quais casos aplica o método?

Quando o paciente apresenta lipomastia, ou seja, aumento do volume mamário de componente apenas adiposo, a lipoaspiração é a técnica de escolha.

Entretanto, em todos os outros casos de ginecomastia verdadeira, ou seja, com presença de tecido glandular mamário, a lipoaspiração pode ser indicada como parte do procedimento, pois além de reduzir o volume da gordura das mamas, facilita a dissecção cirúrgica e promove um retalho de pele mais regular.

Pós-operatório da Lipoaspiração

No pós operatório, as regiões lipoaspiradas podem ficar doloridas e com equimose (áreas de coloração arroxeadas) que melhoram em cerca de 1 a 2 semanas, mesmo período que o paciente pode voltar a fazer atividades físicas.

Incisão Periareolar Webster

Incisão Periareolar Webster

A incisão periareolar inferior foi descrita inicialmente em 1928 por L. Dufourmentel e se tornou popular após J.P. Webster em 1946 divulgar sua técnica.

É uma excelente via de acesso para o tratamento de ginecomastias pequenas, fase 1 ou 2a de Simon, em que não há excesso de pele, permitindo bom campo de visão para o procedimento cirúrgico e resultando em cicatrizes bastantes discretas, em meia lua na parte inferior da aréola.

Procedimentos da Webster

Durante o procedimento cirúrgico, é realizado uma pequena incisão em torno de 3 a 4 cm na margem inferior da aréola, por onde o tecido mamário é identificado, dissecado, descolado e retirado. Uma vez feita a cauterização dos vasos sanguíneos, um dreno de sucção a vácuo pode ser introduzido.

Em seguida dá-se o fechamento das incisões em três planos: subcutâneo, subdérmico e intradérmico.

Em quais casos aplica o método?

A incisão peri-areolar do tipo Webster é indicada em casos de pequenas ginecomastias (Grau 1 e 2a de Simon) em que não há sobra cutânea, uma vez que a técnica permite apenas a retirada de componente mamário e não a retirada de pele.

Benefícios da Webster

A técnica de incisão peri-areolar inferior de Webster ganhou popularidade pois é de fácil execução e reprodutibilidade e é a preferida no tratamento cirúrgico de ginecomastias apenas de componente glandular, sem sobra de pele. Quando bem indicada e realizada, promove a restauração do contorno do tórax masculino com o mínimo de sequelas e estigmas.

Incisão Peri-Areolar Circular

Incisão Peri-Areolar Circular

A cirurgia, em si pode ser associada à lipoaspiração para retirada do componente gordura mamária. Antes dela ser realizada, são feitas marcações com o paciente de pé, por onde se definem a posição correta da aréola e a quantidade de pele a ser retirada.

Procedimentos da cirurgia

Durante a cirurgia é feita uma incisão circular em torno da aréola, que pode ter seu tamanho reduzido, e outra incisão circular de diâmetro maior, concêntrico à primeira. A área entre estas duas incisões é desepidermizada, por uma incisão do tipo Webster. Ela é realizada a disseção para a retirada da glândula mamária.

Após a cauterização dos vasos sanguíneos, um dreno de aspiração à vácuo será posicionado. O fechamento é feito unindo as duas incisões circulares, em torno da aréola.

Em quais casos aplica o método?

A técnica periareolar circular é indicada para o tratamento de ginecomastias com classificação 2b de Simon, em que há excesso moderado de glândula mamária e de pele. Mas também pode ser realizada em ginecomastias grau 3 menores e com pouca ptose mamária ou quando o paciente não aceita cicatrizes maiores.

Pós-operatório

No pós-operatório é comum ficar um tipo de um franzido na cicatriz, que se acomoda ao longo dos meses subsequentes.

Incisão Periareolar com Prolongamento Medial e Lateral

Incisão Periareolar com Prolongamento Medial e Lateral

Esse método cirúrgico permite redução do tamanho, melhor posicionamento e simetrização da aréola além de restaurar o contorno anatômico do tórax masculino. Como resultante final, o paciente obterá uma cicatriz circular periareolar e uma extensão medial e lateral transtorácica.

Procedimentos da cirurgia

O paciente deve ser marcado em posição ortostática (de pé) por onde se definem a posição correta da aréola e a quantidade de pele a ser retirada que é na forma de um losango. A cirurgia pode ser iniciada por lipoaspiração para retirada do componente adiposo mamário.

Em seguida é feita uma incisão circular em torno da aréola, a qual pode ter seu tamanho reduzido, e outra incisão na região do losango.

A área entre as duas incisões é desepidermizada e é confeccionado um pedículo vertical para a manutenção da vascularicação do complexo aréolo-papilar. O tecido mamario é identificado, dissecado e retirado e os vasos sanguíneos são cauterizados. Um dreno de sucção à vácuo pode ser posicionado. Logo após, dá-se o fechamento das incisões e a resultante final é uma cicatriz em torno da aréola mais uma cicatriz horizontal que passa medialmente e lateralmente a ela.

 

Benefícios da cirurgia

Esta técnica permite retirar grandes quantidades de pele e é excelente para restaurar o contorno mamário adequado masculine. O único inconveniente é a presença de uma cicatriz horizontal que não se esconde em linhas anatômicas do tórax.

Em quais casos aplica o método?

A técnica de incisão periareolar circular com extensão medial e lateral é indicada para ginecomastia grau 3 de Simon, em que há grandes excessos de pele e de glândula mamária. Ela é indicada em ptoses moderadas, onde a posição da aréola não se encontra abaixo do sulco infra mamário.

Incisão Pariareolar com Sulco Inframamário

Incisão Pariareolar com
Sulco Inframamário

A melhor indicação desta técnica é quando a ptose mamária é muito acentuada e a posição da aréola se localiza abaixo do sulco inframamário. Aréolas muito grandes também podem ser reduzidas.

Procedimentos da cirurgia

O paciente é avaliado em posição ortostática (de pé), e são marcados o sulco peitoral, a posição correta e simétrica das aréolas e o excedente cutâneo.

A cirurgia, na maioria das vezes, é iniciada com lipoaspiração, por onde o componente adiposo e o tecido mamário mais frouxo é retirado.
O paciente é avaliado em posição ortostática (de pé), e são marcados o sulco peitoral, a posição correta e simétrica das aréolas e o excedente cutâneo.

A cirurgia, na maioria das vezes, é iniciada com lipoaspiração, por onde o componente adiposo e o tecido mamário mais frouxo é retirado. Logo em seguida é confeccionado um pedículo inferior areolado por onde passam os vasos sanguíneos nutridores da aréola. O excesso de pele e de glândula mamária são retirados e em seguida é feito um novo orifício onde a aréola será fixada e suturada.

Após o procedimento de hemostasia (cauterização dos vasos sanguíneos sagrantes) é introduzido o dreno de aspiração continua a vácuo. Logo em seguida é confeccionado um pedículo inferior areolado por onde passam os vasos sanguíneos nutridores da aréola. O excesso de pele e de glândula mamária são retirados e em seguida é feito um novo orifício onde a aréola será fixada e suturada.

Após o procedimento de hemostasia (cauterização dos vasos sanguíneos sagrantes) é introduzido o dreno de aspiração continua a vácuo.

Benefícios da cirurgia?

O resultado desse procedimento é a estabilização de uma mama esteticamente agradável com restauração da anatomia torácica masculina e com cicatrizes em locais disfarçados.

Em quais casos aplica o método?

Esta técnica é indicada para os casos de ginecomastia Fase 3 de Simon em que há grande excesso de pele e grandes hipertrofias mamárias. Nestas mamas, uma grande cicatriz é inevitável para se retirar todo o excesso de pele. Entretanto, a cicatriz resultante é uma periareolar sem tensão, e uma no sulco do músculo peitoral maior, natural da anatomia masculina.

Imagens Ilustrativas

Cirurgia de Lipoaspiração

Técnica de Webster

Tratamentos da Ginecomastia

Alguns dos médicos que poderão lhe auxiliar neste momento são os de formação em clínica geral, mastologia, pediatria, urologia, entre outros. No entanto, com o Dr. Wendell Uguetto, você vai receber todo o atendimento necessário, através de um exame completo e detalhado, prescrição médica do tratamento e acompanhamento mensal e completo. Se você ainda tem dúvidas sobre o procedimento, agende já sua consulta com o Dr. Wendell

Especialista em tratamento de ginecomastia
Sobre o Doutor

Especialista em
Tratamento de Ginecomastia

CRM-SP: 112.145

Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Doutor Wendell Uguetto fez residência em Cirurgia Geral no Hospital das Clínicas da USP e foi aprovado em primeiro lugar na residência de Cirurgia Plástica no mesmo Hospital.

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Perguntas Frequentes

O aumento do volume na região das mamas pode levar muitos homens a suspeitarem de ginecomastia. No entanto, é fundamental procurar um médico especialista para avaliação adequada, em vez de se basear apenas na auto-observação.

Durante a consulta, o profissional fará uma investigação detalhada com base no histórico do paciente, podendo solicitar exames laboratoriais e de imagem para confirmar o diagnóstico. A ginecomastia pode estar relacionada a alterações hormonais ou a outros fatores que só podem ser identificados por meio de uma avaliação clínica.

Quando confirmado o quadro, o tratamento pode incluir acompanhamento médico com foco no equilíbrio hormonal e, em casos indicados, a possibilidade de um procedimento cirúrgico. Essa intervenção deve ser realizada por profissionais habilitados e pode envolver a retirada do excesso glandular ou de tecido adiposo.

A ginecomastia é uma condição comum e tratável. Buscar orientação médica desde os primeiros sinais é a melhor forma de cuidar da saúde e bem-estar.

Aviso: Este conteúdo é apenas informativo e não substitui uma consulta médica. Todo procedimento deve ser avaliado individualmente por um profissional de saúde qualificado, que poderá orientar sobre os benefícios, riscos e alternativas.

A ginecomastia é um sintoma de uma desordem hormonal no corpo do homem, e pode ser causada por diversos fatores. Os principais sintomas são: puberdade (durante essa fase da vida existe uma grande alteração hormonal no corpo do paciente), uso de remédios (alguns remédios podem alterar a quantidade de hormônios masculinos no corpo do homem), uso de anabolizantes (o excesso de hormônio masculino pode causar efeito contrário no corpo do homem, tendo a produção natural diminuída, assim como esse excesso é transformado em progesterona, hormônio feminino). Há também a causa da obesidade: e não é por causa do excesso de gordura corporal. A obesidade pode gerar problemas hormonais em homens de todas as idades ao redor do mundo. Inclusive, o aumento das mamas masculinas por causa do excesso de gordura não é considerado ginecomastia e sim pseudoginecomastia. Existem outras causas menos comuns como o uso da maconha, alcoolismo (problemas no fígado podem causar problemas hormonais), e chegada da terceira idade. Semelhante com o problema da puberdade, na terceira idade as dosagens hormonais do homem podem sofrer diminuições. A ginecomastia é um sintoma de uma desordem hormonal no corpo do homem, e pode ser causada por diversos fatores. Os principais sintomas são: puberdade (durante essa fase da vida existe uma grande alteração hormonal no corpo do paciente), uso de remédios (alguns remédios podem alterar a quantidade de hormônios masculinos no corpo do homem), uso de anabolizantes (o excesso de hormônio masculino pode causar efeito contrário no corpo do homem, tendo a produção natural diminuída, assim como esse excesso é transformado em progesterona, hormônio feminino). Há também a causa da obesidade: e não é por causa do excesso de gordura corporal. A obesidade pode gerar problemas hormonais em homens de todas as idades ao redor do mundo. Inclusive, o aumento das mamas masculinas por causa do excesso de gordura não é considerado ginecomastia e sim pseudoginecomastia. Existem outras causas menos comuns como o uso da maconha, alcoolismo (problemas no fígado podem causar problemas hormonais), e chegada da terceira idade. Semelhante com o problema da puberdade, na terceira idade as dosagens hormonais do homem podem sofrer diminuições.

A ginecomastia é uma condição caracterizada pelo aumento do volume mamário em homens, geralmente relacionada a alterações hormonais. Essas alterações podem ocorrer em diferentes fases da vida e por diversos motivos.

Durante a puberdade, por exemplo, é comum ocorrerem variações hormonais significativas, que podem influenciar temporariamente o volume mamário. O uso de certos medicamentos, alterações no funcionamento do fígado, e mudanças hormonais associadas à idade também podem estar entre os fatores que contribuem para esse quadro.

Em alguns casos, o uso de substâncias como esteroides anabolizantes, álcool ou outras drogas pode impactar o equilíbrio hormonal do organismo. Além disso, situações como a obesidade podem gerar o que é chamado de pseudoginecomastia, um acúmulo de gordura na região mamária que não envolve glândulas mamárias aumentadas.

Vale lembrar que apenas um médico especialista poderá avaliar corretamente os sintomas e indicar se há necessidade de exames ou tratamento.

Aviso: Este conteúdo tem finalidade exclusivamente informativa e não substitui a avaliação médica individualizada. Em caso de dúvidas, procure orientação de um profissional de saúde qualificado.

A ginecomastia pode se manifestar por meio do aumento perceptível da região mamária em homens, geralmente devido ao crescimento das glândulas mamárias e, em alguns casos, também com acúmulo de tecido adiposo. Esse aumento pode ocorrer de forma bilateral ou apenas em uma das mamas (unilateral).

Em alguns pacientes, pode haver sensibilidade local, dor leve ao toque ou ao deitar-se sobre o peito. A glândula mamária, quando presente, costuma ser palpável atrás da aréola, com consistência firme, elástica e móvel.

A intensidade e a duração dos sintomas variam conforme a causa e o tempo de evolução. Em quadros associados a fatores medicamentosos ou hormonais, a regressão pode ocorrer com a interrupção do agente causador e o tratamento da condição de base. No entanto, quanto maior o tempo de evolução, menores são as chances de regressão espontânea.

A avaliação por um profissional de saúde é fundamental para determinar a melhor abordagem em cada caso.

Aviso: Este conteúdo tem finalidade exclusivamente informativa e não substitui a consulta com um profissional habilitado. O diagnóstico e o tratamento da ginecomastia devem ser individualizados.

A avaliação da ginecomastia é feita por meio de análise clínica individualizada. O profissional de saúde geralmente considera o histórico do paciente, incluindo o uso de medicamentos, consumo de álcool, drogas e a presença de doenças crônicas como alterações hormonais, distúrbios da tireoide, fígado ou rins.

A idade de início dos sintomas e a velocidade de progressão do volume mamário são fatores que ajudam a direcionar a investigação. Em alguns casos, alterações hormonais podem estar envolvidas, e o médico poderá explorar questões como fertilidade, libido, força física e distribuição de pelos corporais.

O exame físico costuma ser realizado com o paciente deitado, avaliando-se as mamas e, se necessário, os testículos, além da medição da área afetada. Exames complementares, como a ultrassonografia das mamas, podem ser solicitados para reforçar os achados da avaliação clínica.

A conduta e a indicação de exames sempre devem ser determinadas por um profissional qualificado, com base nas particularidades de cada caso.

Aviso: Este conteúdo é meramente informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de sintomas ou dúvidas, procure um profissional de saúde.

A abordagem da ginecomastia pode variar de acordo com a causa e a fase da vida em que ela se manifesta. Em adolescentes, por exemplo, a condição costuma ser temporária e, na maioria dos casos, tende a regredir espontaneamente ao longo de alguns anos. Nesses casos, o acompanhamento clínico periódico é geralmente suficiente, especialmente para monitorar a evolução e os níveis hormonais.

Quando a ginecomastia está associada ao uso de medicamentos ou outras substâncias, a suspensão do agente causador pode contribuir para a melhora do quadro. Da mesma forma, o tratamento de condições clínicas subjacentes pode ser considerado como parte da abordagem.

Em situações onde há persistência da ginecomastia após a puberdade, especialmente em graus mais avançados, pode-se discutir com o médico a possibilidade de tratamentos adicionais. Em alguns casos, terapias medicamentosas são utilizadas com o objetivo de ajustar o equilíbrio hormonal. Em outros, o procedimento cirúrgico pode ser uma opção a ser considerada, de acordo com a avaliação profissional e os objetivos do paciente.

A escolha do tratamento mais adequado deve sempre ser feita por um profissional qualificado, considerando o histórico individual e os resultados esperados.

Aviso: Este conteúdo é apenas informativo e não substitui uma avaliação médica. Procure sempre um profissional de saúde habilitado para diagnóstico e tratamento personalizados.

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