Cirurgia de Ginecomastia Incisão Periareolar de Webster

A incisão periareolar inferior foi descrita inicialmente em 1928 por L. Dufourmentel e se tornou popular após J.P. Webster em 1946 divulgar sua técnica. É uma excelente via de acesso para o tratamento de ginecomastias pequenas, fase 1 ou 2a de Simon, em que não há excesso de pele, permitindo bom campo de visão para o procedimento cirúrgico e resultando em cicatrizes bastantes discretas, em meia lua na parte inferior da aréola.

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Procedimentos da Webster

Durante o procedimento cirúrgico, é realizado uma pequena incisão em torno de 3 a 4 cm na margem inferior da aréola, por onde o tecido mamário é identificado, dissecado, descolado e retirado. Uma vez feita a cauterização dos vasos sanguineos, um dreno de sucção a vácuo pode ser introduzido. Em seguida dá-se o fechamento das incisões em três planos: subcutâneo, subdérmico e intradérmico.

Em quais casos aplica o método cirúrgico da Webster?

A incisão peri-areolar do tipo Webster é indicada em casos de pequenas ginecomastias (Grau 1 e 2a de Simon) em que não há sobra cutânea, uma vez que a técnica permite apenas a retirada de componente mamário e não a retirada de pele.

Benefícios da Webster

A técnica de incisão peri-areolar inferior de Webster ganhou popularidade pois é de fácil execução e reprodutibilidade e é a preferida no tratamento cirúrgico de ginecomastias apenas de componente glandular, sem sobra de pele. Quando bem indicada e realizada, promove a restauração do contorno do tórax masculino com o mínimo de sequelas e estigmas.